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sábado, 9 de maio de 2015

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial


Hoje é Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, e como sempre, a LAC esteve presente na Praça Ary Coelho, no centro de Campo Grande-MS, contribuindo para a transmissão de informações sobre a HAS no que tange a prevenção e estilo de vida saudável e também no manejo desta enfermidade e de suas complicações.
Sabe-se que as doenças cardiovasculares são responsáveis pela maior taxa de morbi-mortalidade no Brasil e no mundo, seus indíces são superiores às neoplasias, doenças estas tão temíveis na atualidade.
Para alertar a população, a "Equipe 12X8" (nome em alusão a pressão ideal: 120X80mmHg) realizaram a aferição da pressão arterial, medida da circunferência abdominal, cálculo do IMC (Índice de Massa Corpórea) e orientações nutricionais. O grupo foi formado por médicos da SBC-MS, acadêmicos de medicina das ligas de cardiologia da UNIDERP (LAC) e da UFMS (LACCV) e acadêmicos de enfermagem e nutrição da UNIDERP.



PREVENÇÃO É O MELHOR REMÉDIO!!!








    




sexta-feira, 14 de março de 2014

Campanha PREVINA-SE - Dia Mundial do Rim


       Nesta quinta-feira (13/03/2014) a LAC esteve presente no evento da Associação Beneficente dos Renais Crônicos de Mato Grosso do Sul (ABREC) apoiando a campanha PREVINA-SE na Praça Ary Coelho. Todos que passaram pela praça fizeram um cadastro, aferiram a pressão arterial e tiveram a possibilidade de realizar os exames de Glicemia capilar e de creatinina. Após isso, receberam orientações e kits com frutas.


             A Doença Renal Crônica (DCR) é uma enfermidade silenciosa, a qual provoca a diminuição das funções renais de modo irreversível e que muitas vezes não apresenta sintoma ou sinal até que pelo menos os rins estiverem com 50% (ou mais) de sua função agredidas.

        Não há idade ou sexo, e infelizmente os sintomas iniciais não são tão claros ou preocupantes, como: pressão alta; edema nos pés e olhos; mudança na diurese (nictúria e/ou oligúria) e do aspecto da urina (colúria, hematúria, etc); e anemia leve. 

         Quando a DCR é detectada, na maioria dos casos o paciente já perdeu mais da metade de sua função renal. O tratamento com medicamentos e dieta pode ser feito, porém a partir do momento em que sua função renal atingir cerca de 15%, será imprescindível o tratamento dialítico, o qual possibilita a filtragem do sangue por outro meio, substituindo os rins e, consequentemente, evitando o transplante renal.

         Mas porque fazer hemodiálise?

        A hemodiálise é necessária quando o paciente perde grande parte do funcionamento dos rins devido a alguma doença que o levou a ter de Insuficiência Renal Crônica. Esta terapia irá substituir parcialmente a função dos rins, retirando o excesso de toxinas, água, sódio e outras substâncias com a ajuda de um dialisador (capilar ou filtro). Ela é realizada três (3) vezes por semana, durante quatro (4) horas por dia, entretanto, podem existir varições neste tempo dependendo do tamanho e da idade do indivíduo.

       Durante o procedimento, parte do sangue que é retirado passa através da linha arterial do dialisador onde o sangue é filtrado e retorna ao paciente pela linha venosa. É comum durante a sessão dialítica o paciente sentir cãibras musculares e hipotensão arterial; esses sintomas ocorrem em consequência das mudanças rápidas do equilíbrio hidreletrolítico. Além disso, a hipotensão pode causar fraqueza, tonturas, enjoos e vômitos.
ATENÇÃO!
         Dentre as várias doenças que podem ocasionar comprometimento renal, estão principalmente a Hipertensão Arterial, o Diabetes e as Glomerulonefrites.
         A Hipertensão arterial provoca a lesão das artérias pela pressão alta, o que compromete a filtração renal nos capilares glomerulares, podendo causar a disfunção renal. Além disso, os rins são os principais responsáveis pelo controle da pressão arterial, por isso é frequente tê-la na insuficiência renal.
         O Diabetes é uma das mais importantes causas de falência dos rins. Geralmente, a complicação renal aparece após 15 anos do diagnóstico do diabetes, sendo mais frequente nos pacientes que não fazem o tratamento adequado sem acompanhamento da função renal. 
         As Glomerulonefrites (“nefrite crônica”). Resulta de uma inflamação crônica dos rins, em que na maioria das vezes, passa despercebida e evolui lentamente com a perda gradativa da função renal. 
         Outras causas que podem desencadear a DRC são: as doenças cardiovasculares; o uso indiscriminado de anti-inflamatórios e antibióticos; a automedicação sem orientação médica; o etilismo; e o tabagismo.